PANDEMICOS. Categoria seboseira radical


Bolsonaro promove aglomeração em plena pandemia

Bolsonaro paga mico mundial 


Há um mês, The Washington Post, um dos principais jornais dos Estados Unidos, segunda pátria de Bolsonaro, indicou-o ao status de pior presidente do mundo na luta contra a pandemia. 



Consenso um mês depois: é global. 

O pior entre os piores.


E o  cara radicalizou.

Incentivou aglomerações, gritou contra o isolamento social, desdenhou as mortes, afrontou vidas e pediu o retorno ao trabalho depois de receitar cloroquina e desautorizar o ministro Zumbi Jagger da Saúde. 


Definitivamente: 


desumano.

Insensível.

Obscurantista.

Contra a ciência. 


Mico triplo: 

dos eleitores que votaram no despreparo; 

do próprio, que não se toca; 

do Brasil, que segue envergonhado história afora. 


(Walter Galvão)