NEONAZISMO É VENENO IDEOLÓGICO INJETADO NAS VEIAS DO BRASIL
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| foto Wallace Martins-Folhapress |
Medonho este agrupamento de extrema-direita intitulado 300 do Brasil.
É encharcado de um veneno ideológico, o neonazismo.
Neonazismo que nos anos 1990 explodiu a rádio dedicada aos nordestinos em São Paulo.
Também pulsa um coração fascistoide nesse charco.
O 300, com representação em vários Estados, faz barulho acampado em Brasília defendendo Bolsonaro cegamente.
E professando repulsa à democracia. De armas não mão.
O grupo ostentou na madrugada de domingo (31) em Brasília uma cenografia intimidatória durante protesto contra o STF.
Foi um arremedo temerário da célebre facção suprematista criminosa estadunidense Ku Klux Klan.
É um pesadelo real.
À frente do protesto estava a ativista e youtuber Sara Winter, jovem figura macabra investigada no inquérito das fake news.
Sara ganhou notoriedade midiática ao propagar o ativismo feminista radical praticado pelo grupo ucraniano Femen que ela trouxe para o Brasil.
No Femen, ele cortou o pênis de um boneco que caricaturava Bolsonaro. Há cinco anos, durante manifestação contra o machismo no Rio de Janeiro.
Expulsa do Femen, ela diz que se curou do feminismo. Hoje é bolsonarista. Foi assessora da ministra Damares no início do (des)governo Bolsonaro.
Na juventude, foi nazista, tem a suástica tatuado no corpo. Parece que na alma também.
O grupo é um sintoma do adoecimento político do Brasil bolsonarista. É um furúnculo a denunciar uma infecção sistêmica, o totalitarismo.
A vacina contra esse mal é a democracia.
(WG)
